União dos Auditores do Tribunal de Contas da União

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Conheça a estratégia que pode levar ao corte de até 25% do seu salário

Os polêmicos comentários do ministro da Economia, Paulo Guedes, contra os servidores públicos podem camuflar uma estratégia obscura de desmobilização e fragilização do serviço público e das lutas de classe no país. Em um verdadeiro jogo de manipulação, Guedes lança a sociedade contra os servidores, disseminando a raiva, as tensões entre as categorias e a intolerância.   Na última semana, o ministro teceu comentários falaciosos e pejorativos ao comparar os servidores públicos a “parasitas”, gerando a desmotivação do quadro funcional e a manipulando da opinião pública contra os servidores.   Os comentários, que a princípio foram avaliados como um despreparo por parte do ministro, podem esconder, na verdade, uma estratégia para fragilização do serviço público por meio da disseminação do preconceito, da hostilidade e do desenvolvimento de um sentimento de raiva da sociedade para com os servidores.   Com isso, o governo ganha espaço para aprovação de uma das propostas mais injustas e prejudiciais ao serviço público – A Proposta de Emenda à Constituição 186/2019, em tramitação no Senado, que prevê, entre outras coisas, a redução de até 25% dos salários dos servidores, mediante redução compulsória da jornada de trabalho.A medida será um golpe de misericórdia rumo à precarização do

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Associação dos Auditores protocola notícia-crime na PGR contra declarações de Guedes

A União dos Auditores do Tribunal de Contas da União (Auditar) protocolou, nesta quarta-feira (19), na Procuradoria Geral da República, notícia crime contra recentes declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes. A ação foi motivada pelo pronunciamento em que o ministro comparou os servidores públicos a parasitas, em defesa da aprovação da reforma administrativa.   De acordo com o presidente da Auditar, Wederson Moreira, a declaração do ministro da Economia, além de desrespeitar milhões de servidores, ainda instiga o ódio e o preconceito contra aqueles que fazem a máquina pública funcionar.   “Sabemos que por trás dessas declarações há uma estratégia para aprovar a famigerada reforma administrativa, que, camuflada de uma possível economia aos cofres públicos, esconde a precarização dos serviços prestados à sociedade. Não podemos aceitar isso”, declarou Moreira.   Na representação protocolada na PGR, a Auditar ainda salienta que as declarações de Guedes refletem diretamente nas vidas profissionais de todos os servidores públicos e faz com que milhões de cidadãos fiquem mais desacreditados com os serviços fornecidos pelo Estado.   “O noticiado de forma injustificada e arbitrária ofendeu a integridade, honra e imagem dos servidores diante do país inteiro, ao afirmar que servidores públicos são como parasitas para

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Auditar mobiliza os servidores e repudia as recentes declarações do ministro Paulo Guedes

A União dos Auditores Federais de Controle Externo (Auditar) repudia as recentes declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, que comparou o servidor público a “parasitas”, ao defender a reforma Administrativa. É necessário mostrar os absurdos e falàcias publicados por autoridades no intuito de denegrir a imagem e a honra dos servidores públicos, os quais são responsáveis por mover a máquina do Estado para fiscalizar os recursos públicos e garantir o bem-estar e proteção social da sociedade. A declaração pejorativa feita pelo ministro demonstra a intenção obscura por trás da intenção de fragilizar o serviço público e gerar a desmotivação de todo o quadro funcional. Na visão do presidente da Auditar, Wederson Moreira, “Temos no serviço público um quadro técnico efetivo altamente qualificado. São pessoas que se especializaram, dedicaram suas vidas aos estudos, e abriram mão de estar na iniciativa privada para contribuir com o serviço público no combate à corrupção e na garantia do bem-estar social para todos os brasileiros”. “Com esse tipo de declaração, Guedes apenas joga a sociedade contra os servidores e contra o Estado, gerando desprezo e preconceito contra o funcionalismo, sem sequer colocar um debate produtivo no que se pode melhorar na prestação do serviço

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