União dos Auditores do Tribunal de Contas da União

Governo arrocha benefícios sociais

Governo fará mudanças em seguro-desemprego, abono salarial e pensão por morte. Segundo o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, estimativa é de uma economia de R$ 18 bilhões ao ano.

Rombo nas contas chega a R$ 19,6 bi

Brasil tem pior resultado primário para novembro e caminha para fechar 2014 negativo. Dívida bruta ficou em 63% do PIB em novembro. Setor público não cumpre meta de superavit primário desde 2012.

Em meio ao caos, Agnelo quer festa

MP tenta cancelar festa de Réveillon em Brasília devido à crise financeira.
Ministério Público pediu cancelamento da festa da virada, mas governo conseguiu reverter a situação na Justiça e diz que evento vai acontecer.

‘Comissão da verdade’ nas contas públicas

Nova equipe econômica se assustou quando teve acesso total aos dados contábeis do governo. Dizem-se surpreendidos com a dependência do setor elétrico dos recursos do Tesouro Nacional. Conta será paga pelo consumidor: tarifaço na conta de luz.

Tomou posse? Benefício vitalício

Estados pagam pensão a 104 ex-governadores. Benefício existe em 21 unidades da federação e custa R$ 47 milhões ao ano. Nem mesmo o cumprimento integral do mandato é requisito exigido. Basta haver tomado posse do cargo.

Futuro Ministro é alvo de execução fiscal

O deputado George Hilton, indicado para a pasta do Esporte, não informou à Justiça Eleitoral companhia que tem débito com a Fazenda. Ele foi expulso do PFL após ser flagrado pela PF, em 2005, com R$ 600 mil em caixas de papelão.

Dilma anuncia 13 Ministros. Faltam 22

PMDB levou 6. Para reforçar base no Congresso, presidente mantém loteamento entre partidos aliados, contempla legendas recém-criadas como o PROS, que assume o lugar do PT na Educação. Falta confirmar titulares de 22 Ministérios.

Joaquim Barbosa: ‘degradação institucional’

No Twitter, ministro aposentado do STF criticou presidente Dilma, que declarou fazer consulta antes de nomear para o primeiro escalão. Ministério Público não é para assessorar poder político, isso é sintoma de ‘degradação institucional’, diz Barbosa.

Dilma continua com Graça

Presidente admite que situação não é confortável, mas declara não ter como punir a amiga. Para Dilma, não existe “nenhum indício de irregularidade” na conduta de Graça.