União dos Auditores do Tribunal de Contas da União

Pacote de Dilma reduz multas

O ‘pacote’ de medidas para ‘combater a corrupção’, a ser encaminhado hoje ao Congresso, prevê a redução das multas aplicáveis a empresas envolvidas com a corrupção.

Cunha quer revogar Decreto 2.745/1998

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha apóia projeto que susta decreto de FHC que permitiu contratação por carta-convite. Decreto permite que a Petrobras contrate sem licitação.

NOVO: Artigo de André Baeta

André Baeta aborda neste artigo ‘As vantagens dos concursos para a contratação de projetos’. Segundo o autor, o texto foi inspirado pela reflexão promovida pela Auditar com Conselho de Arquitetura e Urbanismo e as preocupações decorrentes do PLS 559.

Petrobras gastou cerca de R$ 30 bi sem licitação

Afirmação é do Auditor Federal de Controle Externo, Rafael Jardim Cavalcante, atual Secretário da Secob Energia, na CPMI que investiga a Petrobrás. Decreto de 1998 autoriza a empresa a não cumprir a Lei de Licitações.

Senado volta a discutir ‘contratação integrada’

O mais sensato, contudo, seria deixar a decisão sobre o assunto para a próxima legislatura, dizem as entidades de arquitetura e engenharia do país. A AUDITAR endossa essa posição e reafirma sua preocupação com a possível revogação da Lei 8.666/1993.

Até CBIC desaprova PLS 559/2013

Na avaliação da Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC, projeto que cria a nova Lei de Licitações tem itens de difícil interpretação, além de prerrogativas nocivas, como o pregão para obras.

Atricon quer adiar votação da nova Lei de Licitações

O presidente da Atricon, Valdecir Pascoal , sugeriu que o Senado deve ser retirar da pauta do esforço concentrado que o projeto de lei 559/2013, que reformula a Lei das Licitações, por poder significar um retrocesso no combate à ineficiência e à corrupção

Governo quer compra direta de passagens

Ministério do Planejamento aprova quatro companhias aéreas para compra direta de passagens, sem intermediação de agências. Ministério alega que a disputa é inviável, o que permitiria a contratação direta sem licitação.