Maioria votou pela derrubada do veto
Na noite de ontem, a maioria dos deputados votou pela derrubada do veto de Dilma à correção de 6,5% da tabela do IRPF. Ainda assim, o veto foi mantido; faltaram 18 votos. O Governo votou SIM ao confisco salarial. A oposição orientou voto NÃO.
Câmara mantém veto de Dilma
Governo obtém maioria estreita e veto de Dilma à correção da tabela do IRPF é mantido pela Câmara: 239 a 208 votos, com 3 abstenções. Votação foi encerrada há poucos instantes.
Dólar dispara e chega a R$ 3,12
Dólar no balcão a R$ 3,1230 é maior nível de fechamento desde 28 de junho de 2004.
Copom eleva taxa Selic para 12,75%
Esta é a quarta elevação seguida desde as eleições de outubro de 2014. Com a decisão, o Brasil volta a ter a maior taxa real de juros do mundo. Medida agrava quadro de recessão na economia. Bancos comemoram. Setor produtivo e trabalhadores reclamam.
Senado devolve MP do ‘tarifaço’
Renan anuncia devolução da MP que reduz desoneração da folha de pagamento, por considerar que não se trata de medida urgente. “Não dá, na democracia, para continuar usurpando o papel do Legislativo’, afirmou o presidente do Senado.
Senado estuda devolver MP a Dilma
Senado reluta em apreciar MP 669/2015 em razão do ambiente recessivo na economia. Renan Calheiros cogitar devolver a MP a Dilma.
Governo admite rever tabela do IRPF
Líder diz que governo vai reabrir debate sobre correção da tabela do IR
Dilma Rousseff vetou correção de 6,5% e defende limite é de 4,5%.
Governo vai enviar ao Congresso projeto com a nova correção.
Desoneração foi ‘brincadeira grosseira’, diz Levy
“Você aplicou um negócio que era muito grosseiro. Essa brincadeira nos custa R$ 25 bilhões por ano, e estudos mostram que ela não tem criado nem protegido empregos”, afirmou o Ministro da Fazenda. A desoneração foi política iniciada por Dilma.
Dilma aumenta impostos de novo
Governo reduz benefício fiscal sobre a folha de pagamento. Índices de reajuste nas alíquotas chegam a 150%. Aumento da taxa de desemprego não inibiu o novo aumento de impostos, que passa a valer a partir de junho.
Dilma ‘não abre mão’ do confisco salarial
Quem recebia até 9 salários mínimos, em 1996, era isento de pagar Imposto de Renda. Hoje, se receber pouco mais de 2 salários mínimo, trabalhador já é obrigado a recolher o imposto, diz Mário Pinho, vice-presidente do Sindifisco, em entrevista ao JN.