Brasileiro deve pagar R$ 47 bi a mais em impostos depois de ajuste fiscal
Com isso, a carga tributária fecharia o ano em 36,22% do PIB
Engevix fecha acordo para venda de fatia nos aeroportos de Brasília e Natal
Empresa, envolvida na Operação Lava Jato, deve levantar cerca de R$ 400 milhões com a venda das participações para a sócia argentina Corporación América; antes, já havia se desfeito da sua parcela na Desenvix, do segmento de energia eólica
Taxa SELIC sobe para 13,25%
Taxa é a maior já registrada ao longo dos dois períodos de governo Dilma.
Sonhar ficará 40% mais caro
Sonho de ficar rico na Megasena vai custar mais caro a partir de maio: aposta mínima da Mega-Sena vai subir de R$ 2,50 para R$ 3,50. Reajuste de 40% vale a partir de 24 de maio.
Inflação mensal acima de 1%
Prévia da inflação fica em 1,07%, maior taxa para abril desde 2003. Índice desacelerou em relação a março, quando ficou em 1,24%, mas preços continuam pressionados pelo reajuste de energia; em 12 meses, alta acumulada é de 8,22%.
Inflação: tarifas de Correios sobem 9,33%
Governo autoriza reajuste de 9,33% nos serviços prestados pelos Correios. Percentual concedido, menos de um ano depois do último reajuste, supera o teto superior da meta de inflação definida pelo Governo federal.
Preço dos remédios sobe hoje
Governo autoriza reajuste de 5% a 7,70% nos preços de remédios a partir
desta terça. As regras valem para cerca de 20 mil itens do mercado farmacêutico, como antibióticos.
Juros do cheque especial: 214,2% ao ano
Modalidade é a que tem o mais caro custo de crédito do Brasil. Alta em relação a janeiro foi de 5,2 pontos porcentuais. Trata-se do percentual mais alto desde abril de 1996.
Dólar acima de R$ 3,30
Alta acompanha recuperação no mercado externo e tensão no Congresso.
Moeda renovou máxima em quase 12 anos após declaração de Dilma negando que irá fazer uma reforma ministerial.
Dólar em disparada: R$ 3,28 (atualizada)
Trata-se da maior cotação registrada desde maio de 2004. Bolsa de São Paulo opera em queda de 1,38%. Em onze estados, apoiadores do Governo Dilma fazem ‘protestos em defesa de Petrobras’. Ações da estatal em queda de mais de 2%.