União dos Auditores do Tribunal de Contas da União

Assembleia do Plano de Carreira do TCU

Convocados pelo Sindilegis, os servidores do Tribunal de Contas da União compareceram na tarde da última segunda-feira (01/10), à Assembleia Extraordinária Setorial, para esclarecimentos a respeito do Plano de Carreira que tramita no Congresso Nacional, o PL 1863/11. A Assembleia foi marcada por um fato inédito em 24 anos de atuação do Sindilegis em prol dos servidores do TCU: a participação do secretário-geral da Presidência, Sandro Granjeiro e do secretário-geral de Controle Externo, Guilherme Henrique de La Rocque Almeida. “Os dois secretários-gerais trouxeram para os servidores a realidade dessas negociações, bem como o esclarecimento de muitas dúvidas.

 

Foi um momento histórico a participação de dois secretários nesta Assembléia”, ressaltou Nilton Paixão, presidente do Sindilegis. Os secretários garantiram que as negociações para aprovação do Plano de Carreira estão em andamento junto ao Congresso e que nenhum Plano alternativo será encaminhado sem ouvir as entidades representativas da categoria. O presidente do Sindicato ressaltou que a luta pela implantação integral do Plano de Carreira permanecerá. “Nós continuamos em mobilização permanente – essa assembleia não foi deliberativa, mas sim informativa, para que a categoria saiba como estão as negociações e quais são os obstáculos que ainda teremos de enfrentar”, destacou.

 

Ao final da Assembléia, o diretor de Comunicação Social, Márcio Hudson, lembrou que o PL 1863 foi o primeiro plano de carreira elaborado a partir das bases, quando no início de 2011 o Sindicato convidou as associações e dois representantes de cada cargo existente no Tribunal, para elaborar um plano de consenso, que depois foi encaminhado ao Ministro Benjamim Zymler. Após nova série de negociações com a Administração, o novo Plano foi finalmente aprovado pelo Plenário e enviado ao Congresso Nacional.

 

O Sindilegis informa que juntamente com as demais associações e a direção do TCU, buscará os meios para aprovação integral do PL 1863/2011, e continuará discutindo os termos de um projeto de lei substitutivo, caso não seja possível obter novos recursos para implementar o PL 1863 na sua totalidade.