Gim defende veto de Dilma
O senador Gim Argello (PTB-DF), Vice-líder do governo, diz que veto de Dilma à correção na tabela do IR é ‘quase certo’. Gim presidiu a CPMI que aprovou o relatório final ignorando o envolvimento de ‘agentes políticos’ no esquema do ‘petrolão’.
Estadão revela a ‘lista dos políticos’
Relação indica os nomes de ‘agentes políticos’ citados pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa nos depoimentos da delação premiada, colhidos pela Polícia Federal na Operação Lava Jato.
‘Roubalheira virou método de atuar’
Declaração é do Ministro Gilmar Mendes, do STF, em entrevista concedida à Rádio Jovem Pan. ‘Corrupção virou método de agir na administração e na política’, disse Gilmar Mendes.
Fitch rebaixa rating da Venezuela
Com possibilidade real de calote, Venezuela é rebaixada pela Fitch.
Maia quer demissão de Graça Foster
‘Defendo o afastamento da diretoria, inclusive da presidente Graça Foster’, afirmou o deputado Marco Maia (PT-RS), relator da CPMI que investiga o escândalo do ‘petrolão’.
Prova do ENEM vazou. De novo.
Investigação da Polícia Federal confirma novos casos de vazamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), o que vem ocorrendo todos os anos, desde a criação do teste.
Congresso corrige tabela do IRPF
Câmara e Senado aprovam MP 656, que prevê correção da tabela do IR. Governo orientou voto contrário à aprovação da emenda proposta pelo DEM, mas sofreu nova derrota. Apesar de haver prometido corrigir a tabela, durante as eleições, Dilma pode vetar.
Cerveró e ‘Baiano’ agora são réus
Lava-Jato: Justiça aceita denúncia contra Nestor Cerveró e Fernando Baiano. Executivo da Toyo Setal, Júlio Camargo, e o doleiro Alberto Youssef também são réus no processo.
Parlamentares terão aumento de salário
Salário: líderes da Câmara entram em acordo para aprovar aumento de R$ 26,7 mil para R$ 33,8 mil. Senadores e deputados pressionam para que reajuste seja decidido logo.
S&P rebaixa rating da Petrobras
Standard & Poor’s rebaixa nota da Petrobrás. Para a agência de classificação de risco, estatal precisará de um ‘apoio extraordinário’ do governo brasileiro em caso de piora do cenário. ‘Apoio’ saiu ontem no DOU: mais R$ 2,23 bi injetados na estatal.