Diante da nota publicada no jornal Correio Braziliense desta quarta-feira, 1º de junho, cujo teor faz menção a declarações do Procurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Furtado, sobre a idoneidade e isenção dos auditores do TCU, a União dos Auditores Federais de Controle Externo (Auditar) informa aos seus associados que já foram tomadas as providências necessárias à defesa do corpo técnico da casa.
A assessoria do procurador contatou a Auditar e prestou esclarecimentos em relação ao ocorrido, justificando que as informações fornecidas à imprensa foram publicadas de maneira distorcida, provocando um mal-entendido. Durante a sessão plenária de hoje, Lucas Furtado leu comunicação na qual esclarece que suas declarações, dadas durante um evento, referem-se ao fenômeno de captura no contexto das agências reguladoras. Conforme as últimas informações obtidas pela Auditar junto à assessoria do procurador, o gabinete já solicitou ao União a publicação de nota de esclarecimento na edição da próxima quinta-feira, 2 de junho.
A Auditar também se posicionou junto ao Correio Braziliense por meio nota em defesa dos auditores federais de controle externo.

