Segundo a Folha de S.Paulo, a repórter do jornal que acompanhava o encontro, Marina Dias, foi agredida. Ao ser impedida de entrar no local, ela foi agarrada pelo pulso por um agente federal e empurrada contra uma parede. Com a confusão, a jornalista teve o braço cortado.
O responsável pela segurança da Basílica de Aparecida (SP), José Guedes Filho, alegou que a infraestrutura da entrada e saída do local foi feita pela Presidência da República. A campanha de Dilma Rousseff (PT), no entanto, informou que sua segurança apenas seguiu a orientação dos organizadores do evento, de que somente cinegrafistas e fotógrafos poderiam entrar no estúdio.
Já a assessoria de Dilma disse que não houve orientação para barrar a imprensa e afirmou que o tumulto ocorreu porque alguns jornalistas tentavam entrar onde não eram autorizados. A organização do evento havia distribuído pulseiras para que os profissionais pudessem entrar e determinou que os demais jornalistas acompanhassem em uma área isolada, no lado de fora.
Além da presidente Dilma, participaram do encontro Mariana Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Eduardo Jorge (PV), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (PSOL) e Pastor Everaldo (PSC).
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