Dólar – Após quatro meses de alta ante o real, o dólar teve em setembro a maior queda mensal em quase dois anos, diante do alívio no cenário internacional e do programa de intervenção cambial do Banco Central. Apenas nesta sessão, a moeda norte-americana despencou quase 2% devido à entrada de divisas e expectativas de um aperto monetário mais agressivo no Brasil.
Preocupações sobre um possível fechamento do governo norte-americano a partir desta terça-feira também deixaram investidores cautelosos e derrubaram o dólar ante moedas consideradas mais seguras, como o iene japonês e o euro.
O impacto em relação à maioria das moedas emergentes foi mais modesto, devido ao aumento da aversão global por risco, mas alguns analistas disseram que uma queda abrupta nos gastos do governo norte-americano poderia forçar o Federal Reserve a adiar ainda mais a retirada de estímulos monetários, beneficiando moedas emergentes também.
O dólar perdeu 1,83%, para 2,2163 reais na venda, neste pregão. Em setembro, a divisa norte-americana teve queda de 7,08%, maior recuo mensal desde outubro de 2011, quando acumulou perdas de 9,51%.
Confira a íntegra da matéria em:

