BRASÍLIA – A Dvida Pública Federal (DPF) registrou uma alta, em termos nominais, de 3,43% na passagem de abril para maio e fechou o quinto mês do ano em R$ 2,122 trilhões. Em abril, a dívida era de R$ 2,053 trilhões. Pelas metas estabelecidas dentro do Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida deve oscilar entre R$ 2,170 trilhões e R$ 2,320 trilhões em 2014.
Segundo nota do Tesouro Nacional divulgada há pouco, a Dívida Pública Mobiliária Interna (DPMFi) teve seu estoque ampliado em 3,57% ao passar de R$ 1,959 trilhão em abril para R$ 2,029 trilhões em maio.
Já a Dívida Federal Externa somou R$ 93,22 bilhões (US$ 41,64 bilhões), o que representa uma alta de 0,35% na comparação com os números de abril.
Em maio, as emissões da Dívida Pública Federal corresponderam a R$ 59,25 bilhões, enquanto os resgates somaram R$ 8,26 bilhões, o que resultou em emissão líquida de R$ 50,99 bilhões.
Desse total líquido, R$ 51,24 bilhões referem-se à Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi ) e resgate de R$ 260 milhões à Dívida Pública Federal Externa.
O prazo médio da dívida interna fechou maio em 4,33 anos (4,41 anos em abril) e o percentual vincendo em 12 meses ficou em 28,74%, contra 25,52% no quarto mês deste ano.
Desde janeiro o Tesouro também apresenta outra forma de cálculo para a vida média da Dívida Pública Federal (DPF). Denominada “Average Term to Maturity”, essa metodologia permite uma maior comparabilidade do Brasil com outros países. Segundo esse critério, a vida média da dívida passou de 6,73 anos em abril para 6,60 anos em maio.
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