*Especial Guarajuba

No primeiro dia do III Congresso Nacional dos Auditores do Corpo Técnico do TCU, uma missão pela frente: garantir mais autonomia e visibilidade para a categoria em meio aos ataques do governo federal. A autonomia representaria oficialmente a segregação ou divisão do trabalho de fiscalização dos auditores da área de julgamento desempenhada pelos ministros do tribunal. No entanto, não seria a criação de uma auditoria-geral e continuaria a estrutura do TCU, a SEGECEX, Secretaria Geral de Controle Externo. Também no primeiro dia os auditores votaram em plenária para ser levado em para assembléia posteriormente a criação de um estatuto jurídico pra quem exerce a função de controle externo. No momento em que recebem críticas pelo trabalho realizado principalmente a paralisação de obras por irregularidades graves como superfaturamento, a proposta é a transparência e a qualificação. E dentro disso, os auditores traçaram o perfil desejado para carreira e a profissionalização. Entre elas: melhoria da governança da administração pública federal, priorizar a ética nas ações de controle, criar termo de conduta – valores e princípios do tribunal. No que diz respeito a ética profissional para facilitar a empregabilidade é a certificação profissional equiparando o auditor internacionalmente, a auditores de outros países. Para obtenção da certificação, a Auditar daria o início ao processo buscando ajuda do TCU. Em relação aos projetos de emendas constitucionais, a criação do Conselho dos Tribunais de Contas, os CNTCs estiveram na pauta do Congresso e para representação da categoria foi votado como proposta a inclusão de um representante com assento garantido no Conselho, um representante da sociedade civil, e a inclusão de um dispositivo para garantir independência no trabalho de auditoria.

