SET 01
Fim do Tempo Real
Obrigado pela sua audiência e até o próximo debate.
Encerrado o debate
Foi encerrado o debate entre candidatos a presidente da República realizado pelo SBT, Folha de S. Paulo, UOL e Jovem Pan.
Considerações finais do Pastor Everaldo
Pastor Everaldo em suas considerações finais afirmou:
“Minha irmã e meu irmão brasileiro, encerro agradecendo a rede que me colocou nesse debate. Reafirmo, com clareza e honestidade, que defendo a vida do ser humano desde a sua concepção sou contra o aborto sem necessidade de plebiscito. Sou contra a legalização das drogas. Sou a favor da família como está na Constituição, casamento de homem e mulher. Sou a favor do livre mercado e da livre concorrência. Sou a favor da redução da maioridade penal. Sou a favor da liberdade e da meritocracia, da liberdade de imprensa e sem marco regulatório. Deus abençoe você e sua família”
Considerações finais de Luciana Genro
‘As lutas do nosso povo, principalmente da juventude, têm mostrado que todos precisam de mais direitos. Ninguém mais aceita casos como Amarildo e Cláudia, não se aceitam mais meios-direitos para a comunidade LGBT. Peço seu voto e uma oportunidade para a esquerda coerente. O PSOL tem bons deputados no Congresso. (…) É preciso ter um lado. O lado do PSOL é o lado do povo. Estamos juntos com a juventude, com os trabalhadores… e por isso, pedimos seu voto’.
Considerações finais de Aécio Neves
Candidato cumprimenta os organizadores e fala ao telespectador. ‘Fica claro que nós temos dois campos e duas alternativa, uma que é o governismo, e fracassou, e outra que é a mudança’. Pelo lado da mudança, ele reconhece a sua candidatura e a de Marina Silva, mas critica: ‘Marina tem contradições’. E sua candidatura significa uma mudança ‘consistente’. Ele diz que a sociedade, com o seu governo, terá Segurança Pública, e que a Saúde será prioridade.
Dilma Rousseff faz suas considerações finais
A candidata do PT disse que:
“Agradeço aos organizadores e quero dizer que quando defendo com enfase o que fizemos pode parecer que estou plenamente satisfeita, não estou. Quando falo isso é porque sei que podemos fazer mais. Preparamos o Brasil para um novo clico de crescimentos, para sermos cada vez mais um país de classe média. Preparamos também o Brasil para um novo ciclo de crescimento, Brasil mais inclusivo, Brasil moderno, mais produtivo e competitivo, para criarmos cada vez mais oportunidades, para melhorarmos e gerarmos empregos cada vez mais de qualidade, para garantirmos estímulos para os empreendedores. Fui eleita para garantir para garantir a saúde, educação e segurança. E quero ser eleita para isso. Eu acredito no Brasil e nos brasileiros.”
Considerações de Levy
Levy Fidelix em suas considerações finais afirmou:
“Os movimentos sociais demonstraram a insatisfação do povo. Temos uma nova chance de resgatar o que o povo deseja e quer. Melhor educação para os seus filhos, a saúde dos brasileiros. A nossa juventude quer chance e oportunidade e não tem. Nossos médicos que querem mais trabalho, e só trazem médicos do interior. Os bancos são os grandes predadores sociais. Não estou aqui para ganhar nada, Kennedy Alencar. Estou aqui para defender o povo. Ou mudar, ou mudar. Vamos para a próxima oportunidade.”
Considerações finais de Marina Silva
‘Eu tenho dito que quem vai ganhar essa eleição não são as velhas estruturas, mas a nova política. De debater as ideias e não ficar apenas fazendo o embate politico. É fundamental que cada brasileiro não perca sua esperança. Há um esforço muito grande para você (eleitor) se recolher no medo. (…) Eu sou persistente. (…) Eu quero ser presidente do Brasil para que você (eleitor) volte a acreditar na política, e que inteligência de um não seja mais que a inteligência de todos’.
Considerações finais de Eduardo Jorge
Eduardo Jorge agradece pela oportunidade do debate. ‘Esse minuto final é o que eu tenho na TV, e é pouquíssimo’. ‘Por falta de coragem nós temos muitas vezes rejeição de 60%’. ‘Por isso, todos os dias, quando acabar aquele minutozinho na TV, estarei na internet discutindo’. ‘Quero escutar, ouvir críticas e debater teses’.
4º Bloco
Candidatos fazem considerações finais. Cada um deles terá um minuto para falar.
Pastor Everaldo pergunta para Levy Fidelix
Pastor Everaldo pergunta para Levy Fidelix
“Nos últimos anos vimos um câncer na sociedade que é a corrupção. Lamentavelmente, ouvimos uma frase: nunca se prendeu tanto nesse país. Nunca se prendeu tanto porque nunca se roubou tanto. Como o senhor vê esta questão?”
“Você, dona de casa que vai ao hospital e fica dois meses para ser tratada, você que quer uma modernidade urbana e que não tem, os recursos para cuidar disso foram drenados pela corrupção. Todo esse dinheiro gastado pela corrupção. Muitas pessoas que pertenciam a este governo, hoje estão na cadeia. Não sobra dinheiro para a educação para a saúde. A frase é que nunca se prendeu tanto nesse país, mas isso acontece porque nunca houve tanta corrupção.”
Eduardo Jorge pergunta a Aécio
Fiquei intrigado porque o Aécio concordou com o meu pensamento e a iniciativa de baixar a taxa e juros. É verdade? O senhor vai baixar até 6%, como é nos países civilizados?
Aécio Neves pergunta para Dilma
Aécio Neves pergunta para Dilma Rousseff
“Volto ao tema da segurança pública. Nada mais aflige as famílias do que o aumento da violência. Seu governo investe muito pouco nessa área. Dos investimentos, apenas 13% vem da União. A senhora considera segurança pública também uma responsabilidade da União?”
“Quem liga nesse debate vai achar que está vendo um debate de quatro anos atrás. São as mesmas propostas de quatro anos atrás. O governo da senhora agora sucumbe à necessidade de fazer parcerias com empresas privadas, mas não avançou como poderia. Na mobilidade, a realidade é essa: o governo da presidente Dilma Rousseff fracassou, como também fracassou em outras áreas. “
Levy Fidelix pergunta a Aécio
‘Sou mineiro como você, e queria saber como nós vamos resolver o problema dos congestionamentos?’ Candidato fala sobre a importância da mobilidade urbana.
Marina pergunta para Dilma
Marina Silva pergunta para Dilma Rousseff
“Candidata, quando foi eleita, em 2010, havia um compromisso seu de que o Brasil continuaria crescendo, que o juros ficariam baixos e que a inflação seria controlada. Hoje, a cada cinco famílias, três estão endividadas e uma não vai conseguir pagar. O que deu errado no seu governo?”
“O que deu certo foi que nos tiramos 36 milhões de pessoas da pobreza e elevamos 40 milhões a classe media. Temos sim que continuar fazendo. O cobertor é curto. Sem apoio político, sem discussão e sem negociação, não se consegue aprovar os grandes programas do Brasil. Eu apostei na governabilidade, nunca negociei os interesses do Brasil. Ganhei e perdi, mas sem apoio do Congresso Nacional, é impossível governar. Quem escolhe os bons, é o povo brasileiro.”
“Exatamente o que eu já disse mais de uma vez. A presidente Dilma tem muita dificuldade em reconhecer os erros do seu governo. Nós defendemos, sim, a autonomia do Banco Central, porque esse governo tem feito de que a autonomia, de fato, fosse depreciada. A postura de que está tudo colorido, não ajuda a resolver os problemas”.
“Acho que o maior risco que a pessoa pode correr e não se comprometer de com nada. Ter só frases genéricas. Não basta dizer que vai fazer uma lista de coisas sem dizer de onde vem o dinheiro. “
Luciana Genro pergunta a Marina
‘A receita e o remédio contra a inflação do atual governo está matando o paciente’. Luciana Genro diz que o antídoto dos tucanos é ainda pior. ‘Pelo sei, seus economistas são também tucanos’. ‘Tu és a segunda via do PSDB?’
Dilma pergunta para Marina
Dilma Rousseff pergunta para Marina
“Jornais afirmam que a senhora deve diminuir a importância do pré-sal. Em seu programa de governo de 142 páginas, somente uma linha fala sobre o pré-sal. Por quê esse desprezo por uma riqueza tão importante para o Brasil e tão invejada no mundo?”
“O estamos afirmando é que alem do pré-sal , que deve ser explorado com cuidado, para que seus recursos sejam investidos na educação. Mas não podemos ter uma visão de ver onde a bola está mas onde a bola vai estar. o mundo corrida de novas fontes de energia. Queremos combinar as duas coisas. O maior perigo é o que está acontecendo com a Petrobras. “
“Candidata, o pré-sal é um dos maiores patrimônios do povo brasileiro, nosso passaporte do futuro. O pré-sal está aí e deve ser explorado para que tenhamos uma melhor educação e saúde. E isso só o pré-sal pode fazer. Não há contradição entre uma riqueza e outra. O petróleo não pode ser demonizado como a senhora fala”.
“A candidata tenta usar desse recurso para tangenciar os problemas que criou com a Petrobras. Empresa que paga caro pelas escolhas que fez. Vamos utilizar para investir em energia limpa, renovável e segura.”
Começa o 3º bloco
Candidatos perguntam a candidatos.
Jornalista pergunta a Levy Fidelix
Kennedy Alencar pergunta a candidato do PRTB. Eduardo Jorge comenta. ‘Candidato, o senhor se candidatou 10 vezes e nunca se elegeu. Como o senhor responderia a crítica de que o PRTB é uma legenda de aluguel e que só existe do fundo partidário?
Temos candidatos em São Paulo a governador, senador e deputados (…) O senhor Kennedy é um típico representante dessa mídia vendida, dessa mídia lavada, dessas pesquisas protocolizadas. (…) Você se comporta como tal. (…) A Luciana também vai tratar disso (referindo-se, na verdade, ao candidato Eduardo Jorge, que responde a pergunta do jornalista junto a ele)’.
Jornalista pergunta para Luciana Genro
Jornalista pergunta para Luciana Genro com comentário de Aécio Neves
“A senhora faz uma crítica da submissão do país ao capital financeiro. Muitos analistas veem no atual cenário econômico um clima de animosidade entre o PT e as instituições financeiras. As suas propostas não seriam um pouco atrasadas e populistas?”
“Vejo com uma certa restrição aqueles que se auto intitulam como defensores dos bons valores, dos costumes e do povo. Ninguém pode ter esse monopólio. Todos queremos isso, mas temos propostas diferentes de caminho. Eu tenho um projeto de governo que permite o Brasil crescer, da recuperação da nossa indústria. Talvez não diga aqui todas as propostas que gostaria, mas todos os compromissos que assumi são factíveis.”
Jornalista pergunta a Pastor Everaldo
Aécio comenta. Fernando Rodrigues pergunta: O senhor faz uma campanha com os valores ditos da família. ‘Mas o senhor é acusado de agressão. Agredir uma mulher’. Qual é a sua política para a violência doméstica?

